“Eleições vão, mas os amigos ficam”: vale a pena discutir política no Facebook?

Em época de eleição, não é só no horário político e nos debates da TV que as divergências políticas ficam mais expostas. Na internet, as redes sociais acabam se tornando espaços antissociais, onde amigos se exaltam, se ofendem e, por fim se bloqueiam.

Discussões sobre política nas redes sociais, especialmente a respeito das eleições, têm causado consequências diretas na vida real de algumas pessoas. Amigos de infância estão brigando, excluindo um ao outro do convívio pela internet e, nos casos mais graves, até da relação pessoal. E não é só entre amigos que a coisa está ficando complicada: o ambiente familiar também está se estremecendo em algumas situações.

O que se vê nas timelines é que muitos até têm a boa intenção de discutir, dialogar, mas não sabem “brincar” sem “brigar”. Posições divergentes tem ficado cada vez mais claras, ao passo que os bate-bocas são mais constantes.

Existem os que adotam o “meu Face, minhas regras” como filosofia de vida e, com isso, “botam para quebrar”. Não que seja errado se expressar. Não é errado. Que fique claro. O direito à liberdade de expressão é, aliás, uma garantia constitucional. Está na lei. Mas será que vale a pena “jogar tudo para cima” e entrar em brigas homéricas só para discordar do outro e defender o que pensa? Alguns acham que sim. Outros defendem que “as eleições vão, mas os amigos ficam”.

Observando o acirramento político que prevalece em várias cidades, principalmente nos municípios menores e mais pobres do País, não foi difícil tirar uma conclusão de que quem briga por política partidária, não passam de “Bestas”, pois entre os políticos nada além de uma disputa acontece, enquanto que pessoas apaixonadas por partidos, brigam, se maltratam, se intrigam, e até se matam.

O cenário político no estado de PE mostra muito bem a realidade, que para os “Bestas” fica oculta, já que as alianças formadas não respeitam seus partidos, nem tão pouca a opinião pública, numa mostra real de que o interesse pelo poder é muito mais importante que a ética política e até a moral. É mais que normal agora se ver um candidato que em uma cidade é apoiado por um sistema político, e em outra por outro sistema, comprovando assim o acima alegado, contrariando os apaixonados, que em suas mentes insanas, acreditam que disputa política é uma guerra, e que em uma guerra tudo é válido, assassinando simbolicamente a Constituição Federal Brasileira, que reza o direito a democracia, o livre direito de escolha e de liberdade de expressão. (Texto extraído da internet)

Em Lagoa Grande esse tema está saindo do controle, a falta de respeito de alguns cabos eleitorais fica notório nas redes sociais, pessoas usam palavras baixas para denegrir a opinião alheia, isso em pleno século XXI, e o pior, em um país democrático.

Muitos eleitores deviam criar vergonha na cara, principalmente aquelas pessoas que são públicas, que ganham para servir a população, que são pagas pelos impostos dos eleitores de Dhoni Amorim, Vilmar Cappellaro, Sandro Patrício e Maranhão.

Uma coisa é certa! Não brigue com seu amigo por causa da política. Depois os políticos se entendem, mas você perdeu um amigo.

Everaldo

Licenciado em Física pelo Instituto Federal do Sertão Pernambucano. Professor de matemática e física do Ensino fundamental e médio da rede estadual de Pernambuco. Jornalista registrado sob o número 6829/PE, o blogueiro Everaldo é casado com Amanda Scarpitta e tem como foco: informação com responsabilidade e coerência.

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