Crise no São João de Petrolina com Tayrone seria reflexo da falta de profissionalismo e transparência por parte da Prefeitura?

A celeuma entre o cantor Tayrone e a prefeitura de Petrolina expõe a fragilidade da gestão. Como noticiado pelo Blog do Everaldo, 2026 foi o segundo ano consecutivo que o artista, confirmado na grade, mas teve o cancelamento do show pela coordenação da festa.
O cancelamento do contrato gerou uma crise de imagem para a prefeitura e levantou sérias suspeitas por milhares de pessoas nas redes sociais sobre os critérios adotados nos bastidores do evento e a transparência nas contratações.
Entenda o caso
- 5 de maio: prefeitura comunica que o Pra Sempre São João se firma como roteiro turístico e fortalece economia de Petrolina. No comunicado, a prefeitura confirma Tayrone, Thiago Aquino, Anny Barbie e Boteco Sertanejo para o dia 16/05.
- 8 de maio: prefeitura cancela show de Tayrone e anuncia a Banda Magníficos como substituta. A gestão municipal justificou “ausência de documentação obrigatória e do descumprimento das normas contratuais previstas para a realização do show”.
- 9 de maio: Tayrone fez pronunciamento e afirmou que o contrato não atendeu ao padrão de seu escritório e acrescentou que a gestão não queria a sua apresentação. ‘Se não assinar o contrato do jeito que tá vai ser cancelado o show’. Eu vou ser obrigado a assinar esse contrato? Por que um contrato padrão que serve para o Brasil inteiro não serve para Petrolina? Me pediram coisas totalmente fora do padrão”, disse no vídeo publicado pelo Blog do Everaldo.
- 11 de maio: o secretário de Desenvolvimento Econômico, Turismo e Inovação, Giovanni Costa, reforça o comprimento de exigências legais e a apresentação da documentação e diz que falou diretamente por telefone com o cantor.
- 11 de maio: “Cantor rebate a afirmação e diz que nunca falou por telefone com o secretário. “Não não amigo! Não foi documentação e sim contrato em cima de outro contrato, fale a verdade”.
De um lado, a Prefeitura, do outro, o artista Tayrone, no centro, o disse me disse e ninguém diz nada. Internautas estão sugerindo que o Ministério Público de Pernambuco (MPPE) entre na causa para deixar as coisas mais claras. “Tem caroço nesse angu”, o que vocês acham?

